A passagem estreita do abismo que vulgo Hermann Hesse na alucinação, por Victor Leandro

02/05/2020

Então é isso que ocorreu que ocorre é estranho foi depois de até ler o livro que veio a paisagem nele surgida de um sonho com palavras distantes ele assim bem vestido entrando com coragem no meio do teatro mágico com o chapéu na cabeça perguntando quem era o herói e apontavam para ele mesmo assim tinha por tarefa matar dragões que aos gritos dos que dizem só para os raros só para os fortes. Só que não era um dragão e sim um falso messias, aquele que vê matarem os outros e pergunta e daí porém dessa vez não falou atravessado que foi por um chute cortante que cindiu suas vestes e lançou-o para longe no palco da obscena mentira seguiu e era nessa hora a febre que lhe falava distante, pensando e remontando as ideias e dizendo a todos que sumisse pois era bem melhor evadir a não ter enxergarem o inimigo que se esconde entre as falsas frases e com desenhos de delírio ele rasgou cada pedaço de papel e disse agora aí está um novo mundo vocês podem ter sossego uma noite ao menos de sono se estiverem guardados melhores coisas a vir uma moeda deu estalo e era de todos cada um não precisamos de uma droga apenas bastam os pesadelos diurnos para a noite escapar mas é claro que havia uma porta de saída e era enorme porque no conto das contas ele não era só um místico inativo e sim um raro e sim um forte.

Dobrou o lençol, sentiu o suor escorrer pelos cabelos. Agora estava num bom dia. Porém não sorriu. Abandonou o castelo calmo de sua solidão. Havia muito mais no mundo para ser realizado.