A Liberdade nos Trópicos: Presença do existencialismo em Angústia, de Graciliano Ramos, por Matheus Cascaes e Victor Leandro

05/06/2020

A obra de Graciliano Ramos sempre se notabilizou por expressar, por meio de um estilo direto e objetivo, os mais intensos conflitos humanos, bem como os embates políticos e sociais que permeiam os grupos humanos por ele observados e que compõem o seu universo ficcional. Em Angústia (1936), o escritor alagoano revela ainda uma outra face de sua produção, fortemente arraigada à problemática da existência humana em seus condicionamentos fundamentais. O presente texto visa a discutir de que maneira a obra de Graciliano Ramos dialoga com a grande tradição do romance existencialista, especialmente a envidada por A náusea (1938) de Jean-Paul Sartre, bem como ofereceu pontos singulares de repercussão das ideias deste movimento.


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